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domingo, 8 de julho de 2012

De quantas músicas gostamos num álbum?

   
Há alturas em que levo o ipod para todo lado, mas há outras em que o telemóvel acaba por cumprir o papel de leitor de mp3. Bom, o telemóvel só tem 8gb de memória e por isso quando passo músicas para lá tenho, inevitavelmente, de fazer escolhas e deixar algumas para trás. Ora, isto fez-me pensar numa coisa, dos álbuns que tenho há algum que passe na totalidade para o cartão de memória?


É interessante perceber que, mesmo quando falamos das nossas bandas favoritas, há sempre uma ou outra música em cada álbum menos inspirada e que acaba por ficar para trás em situações como a descrita no parágrafo anterior. Isto fez-me pensar que raramente podemos afirmar que gostamos das músicas todas de um determinado disco, por muito bom que este seja e por muito que gostemos da banda em questão.

Passando a exemplos práticos... Saint Germain. Em particular o álbum "Tourist", um trabalho que acho maravilhoso, no entanto quando o ouço passo invariavelmente a segunda faixa à frente. Como este há muitos outros e, normalmente, quando tenho um limite de espaço relativamente pequeno, dou por mim a escolher as músicas que gosto dentro de cada álbum. Com isto, e voltando à pergunta inicial, há ou não casos em que se possa gostar de tudo o que vem num único cd? Bom, eu penso que sim.

Conheço 5 álbuns onde gosto realmente de todas as músicas, apesar disso nenhum deles pertence a nenhuma das minhas bandas de eleição (apesar de gostar de todas as que vou referir). E aqui fica a minha lista:

- Ornatos Violeta: O Monstro precisa de Amigos
- Jamiroquai: Dynamite
- Evanescence: Fallen
- Maroon 5: Songs About Jane
- Jeff Beck: Emotion & Commotion

Confirmando agora as músicas que tenho no telemóvel, estes são os únicos exemplos onde "não há falhas na lista". Sinceramente, nunca tinha pensado ou sequer reparado nisto, mas a verdade é que se contam pelos dedos (de uma mão normalmente) os álbuns onde não há nenhuma música que nos agrade menos, excluindo, obviamente, Greatest Hits e afins.

Ornatos Violeta - Dia Mau (O Monstro precisa de Amigos)


Jamiroquai - Hot Tequila Brown (Dynamite)


Evanescence - Going Under (Fallen)


Maroon 5 - Harder to Breathe


Jeff Beck - Hammerhead (Emotion &; Commotion)

terça-feira, 3 de julho de 2012

Jim Morrison - 41 anos depois


 
Faz hoje (3 de Julho) 41 anos que morreu aquele que é, na minha opinião, um dos maiores génios da música de sempre. Faz parte daquela famosa lista de personalidades falecidas aos 27 anos e destaca-se no meio de nomes como Janis Joplin e Jimi Hendrix.

Estamos a falar do mítico vocalista dos intemporais The Doors, banda dos anos 60 que infelizmente viu o seu futuro comprometido em 1971. Jim Morrison foi um cantor, compositor e poeta que sempre marcou a sua vida por atitudes pouco normais e mesmo excêntricas, posso dizer. Nasceu na Flórida (EUA) e morreu em Paris (França) de ataque cardíaco. Filho de funcionários da marinha com ideologias muito rigorosas e conservadoras, Jim nunca seguiu as pegadas dos pais e sempre marcou a diferença.

Uma curiosidade sobre este grande senhor, é que sempre encarou a banda que liderava como uma família, sempre trabalhou pela banda e apesar de inúmeras oportunidades de fazer uma brilhante carreira a solo ou com outros músicos de respeito, sempre preferiu trabalhar, gravar e atuar exclusivamente com os seus companheiros. É um nome que nunca será esquecido na música e que deixa a todos muitas saudades, mesmo após 41 anos. Que descanse em paz.


Leia mais aqui.