quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

CONCERTOS - Roger Waters

 
Dia: 21.03.2011

Local: Pavilhão Atlântico, Lisboa

Preço: De 40€ a 80€

The Prodigy - Omen

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

NOTÍCIA - Ex-baixista de Alice in Chains preso por posse de drogas

 
O ex-baixista da banda Alice in Chains foi preso por possuir antidepressivos (Xanax) e analgésicos (Opana) sem receita médica. Mike Starr foi preso no estado do Utah (EUA). Segundo a imprensa norte-americana, o músico terá pago uma finança no valor de 14600 € para poder sair em liberdade.

Mike Starr foi recentemente elogiado por se ter conseguido libertar do seu vício em heroína.

Aretha Franklin

     
Aretha Louise Franklin, ou simplesmente Aretha, nasceu em Memphins a 25 de Março de 1942 e é uma cantora mundialmente reconhecida pela sua voz forte e pela forma inconfundível como interpreta diversos temas Soul e Gospel. É, para muitos, um ícone dentro dos artistas negros.


Começou a carreira muito cedo a cantar numa igreja onde o seu pai C.L. Franklin trabalhava. A sua carreira avançou a uma velocidade de tal forma grande que, com apenas 14 anos já tinha gravado núsicas gospel e feito tournés. O seu primeiro contrato foi assinado com a Columbia Records quando Aretha tinha apenas 19 anos.

Durante os anos 60 esperavam-se grandes feitos da cantora, mas passados 6 anos de contrato só um álbum tinha visto a luz do dia e, apesar da voz impressionar, esta não encaixava muito bem na música pop. A Rainha do Soul não se sentia bem a cantar este estilo de música e como a editora não lhe dava alternativas, o contrato acabou por ser quebrado.

Com contrato quebrado, Aretha Franklin começou a trabalhar com uma nova editora, a Atlantic. Agora estava livre para cantar música Soul, Gospel e R&B. Sentia-se pronta para dominar o mundo, atingiu o topo, vendeu milhões de discos, ganhou grammys e reconhecimento. Já tinha uma banda completa a acompanhá-la e tornou-se um ícone mundial. Foi nesta altura que saíram os seus maiores sucessos (ainda hoje ouvidos) como "Baby I Love You" ou mesmo o inesquecível "Respect".

Até ao fim dos anos 60 a rainha do Soul mantinha um enorme sucesso, continuava a vender milhões de discos e a ganhar prémios (entre eles, os grandiosos e cobiçados grammys).

Durante os anos 70 lançou três álbuns mas nenhum deles com grande sucesso, a reputação e fama da cantora estava abaixo de outros tempos. Em 1980 a artista decidiu que tinha de dar a volta à sua carreira e optou por mudar de editora, assinando (nesse mesmo ano) um contrato com a Arista Records. Foi uma aposta ganha, as vendas começaram a subir em flecha e em 1983 marca o seu regresso aos prémios.

Apesar de 1988 ter sido um ano complicado para Aretha Franklin (pela morte de dois irmãos) a sua carreira não parou e os sucessos continuaram a ser ouvidos pelo mundo fora.

Até 2003 a vida de Aretha resumiu-se a participações em filmes, shows, duetos e regravações. Só nesta data apresentou um novo projecto, um álbum cheio de grandes êxitos que lhe deram mais alguns grammys (foi o seu 12º álbum).

Actualmente, a Rainha do Soul está afastada dos palcos e luta todos os dias contra um cancro no pâncreas, doença que ainda não ultrapassou (mas segundo notícias avançadas recentemente, está a melhorar).

Como curiosidade, só resta referir que Aretha Franklin foi a primeira mulher na história a entrar para o rock and roll hall of fame e foi considerada a maior vocalista da história pela revista Rolling Stone.

Ouça aqui alguns sucessos de Aretha:

A Natural Woman



Respect



I Say A Little Prayer

Bob Dylan vs Guns N'Roses - Knocking on Heaven's Door

 
Original - Bob Dylan




Cover - Guns N'Roses

CONCERTOS - Within Temptation

 
Dia: 11.10.2011 (Porto) e 12.10.2011 (Lisboa)

Local: Coliseu do Porto - Coliseu dos Recreios, Lisboa

Preço: De 26€ a 30€

Guano Apes - Dödel Up

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Bossa n' Roses

     
Mesmo os apreciadores da banda mais perigosa do mundo gostam, de vez em quando, de ouvir temas mais calmos. Este projecto, Bossa n' Roses, é a combinação perfeita entre o suave balanço da Bossa Nova, o estilo requintado do Jazz e as letras e ritmos alucinantes da banda liderada por Axl Rose.


O produtor do álbum chama-se Miko Jackson e para além deste, tem ainda outros trabalhos do género (Bossa n' Marley, Bossa n' Stones, etc.).

Pessoalmente, considero este Bossa n' Roses algo de muito bom, as vozes usadas, os ritmos leves e as parecenças às músicas originais sempre presentes deixam-me maravilhado.

Veja aqui a lista de faixas e comprove:

1º- Intro
2º- Patience
3º- Sweet Child o' Mine
4º- Paradise City
5º- November Rain
6º- You Could be Mine
7º- Knockin' On Heaven's Door
8º- Since I Don´t Have You
9º- Don´t Cry
10º- Welcome To The Jungle
11º- It´s So Easy
12º- Used To Love Her
13º- Live And Let Die
14º- Outro

Depois de ouvir, a curiosidade vai ser tanta que começará, certamente, a coleccionar álbuns da série "Bossa n'". Ouça algumas músicas aqui:

Knockin' On Heaven's Door



Sweet Child o' Mine



Paradise City

CONCERTOS - The National

 
Dia: 23.05.2011 (Porto) e 24.05.2011 (Lisboa)

Local: Coliseu do Porto - Campo Pequeno, Lisboa

Preço: De 20€ a 40€ no Porto e de 30€ a 35€ em Lisboa

John Lennon vs Lady Gaga - Imagine

 
Original - John Lennon




Cover - Lady Gaga

Tina Turner - In your Wildest Dreams [Live]

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Airbourne - No Guts. No Glory.

    
Tal como prometido ainda em Novembro de 2010, chegou agora a altura do Post it! Music publicar a sua análise a novo álbum do grupo australiano (para saber mais sobre a banda, siga este link).


Depois de ouvirmos Runnin' Wild, as esperanças em relação a "No Guts. No Glory" eram inquestionavelmente elevadas e confiantes. "O novo álbum deve ser muito bom", foi o que pensei enquanto me preparava para o ouvir com atenção.

Antes de uma apreciação mais detalhada, quero referir que esperava um pouco mais. Esperava um novo álbum fiel ao estilo "AC/DC" de Runnin' Wild mas com uma originalidade que o tornasse facilmente identificável. Em vez disso veio um álbum que, apesar de estar bom numa observação geral, não inova face ao anterior nem face ao que já existe. Ainda assim continuam a ser, para mim, uma banda com bons padrões de qualidade.

Sao 13 músicas novas, quase todas elas com uma duração comum à música pop (cerca de 3 minutos). Fica aqui a lista das faixas:

1º- Born To Kill
2º- No Way But The Hard Way
3º- Blonde, Bad And Beautiful
4º- Raise The Flag
5º- Bottom Of The Well
6º- White Line Fever
7º- It Ain't Over Till It's Over
8º- Steel Town
9º- Chewin' The Fat
10º- Get Busy Livin'
11º- Armed And Dangerous
12º- Overdrive
13º- Back On The Bottle

Avaliação Global: 4,25

Se há coisa que é necessário reconhecer é a homogeneidade do álbum, sempre fiel ao mesmo estilo, ao mesmo ritmo, aos mesmos refrões (a nível instrumental).  Comecei com "Born to Kill" e a sua entrada sempre a abrir (veio-me "Runnin' Wild" à cabeça). Sinceramente, se me dissessem que esta era uma nova música de uma banda com 20 anos de experiência, eu acreditaria (com destaque para o bom solo de guitarra e ainda para o solo de bateria algo frenético).

Continuei a ouvir "No Guts. No Glory" com atenção (convencido que o melhor ainda estava para vir). A segunda faixa do álbum passou-me um bocado ao lado e rapidamente passei para "Blonde, Bad and Beautiful", ficando cada vez mais convencido da boa qualidade do que estava a ouvir.

Na verdade, não tenho muito a dizer sobre a grande maioria das faixas que se seguiram. Todas elas (ou quase) são interessantes, bem compostas, aceleradas e... Quase iguais!

Este é o problema do segundo grande projecto dos Airbourne. São boas músicas isoladamente e percebe-se que a banda se preocupou em agradar igualmente em todas as músicas usando uma fórmula já velha. Como se costuma dizer, em equipa que ganha não se mexe e esta é, para mim, a melhor descrição para o que ouvi.

Já um pouco exausto da mesma sonoridade, posso ainda acrescentar que as duas últimas faixas do álbum estão um pouco mais originais e arriscadas .

Conclusão: Gostei, mas esperava mais. Esperava algo diferente do álbum "Runnin' Wild" mas igualmente bom e, afinal deparei-me com um álbum igualmente bom em qualidade técnica mas uns furos abaixo em originalidade. De qualquer forma, recomendo.

Ouça aqui algumas músicas:

Born to Kill



Blonde, Bad and Beautiful


Overdrive

CONCERTOS - M. Ward

 
Dia: 17.03.2011 (Lisboa) e 18.03.2011 (Porto)

Local: Aula Magna, Lisboa -  Teatro Sá da Bandeira, Porto

Preço: De 25€ a 32€ em Lisboa e 25€ no Porto 

Santana featuring Tina Turner - The Game of Love

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

CONCERTOS - Judas Priest

 
Dia: 27.07.2011

Local: Pavilhão Atlântico, Lisboa

Preço: De 33€ a 36€

Solomon Burke

    
Tal como tínhamos prometido quando anunciámos a morte do músico, o Post it! Music faz agora um post sobre Solomon Burke, ou Big Soul, como era referido.


Solomon nasceu na Filadélfia a 21 de Março de 1940 no meio de uma família pobre e de fortes crenças religiosas (católicas). A sua ligação a esta religião fez-se notar desde cedo como mestre de cerimónias de um programa de rádio Gospel onde esteve ao lado de Martin Luther King Jr.

Durante os anos 60 (nos 20 de Solomon) assinou um contrato com a Atlantic Records que lhe permitiu ter vários singles nos tops de vendas, entre eles destacam-se os mais conhecidos "Down in the Valley", "Cry to Me" e "Everybody Needs Somebody to Love" (ainda que nem todos os temas ficado muito famosos nas versões originais).

Desde esta gloriosa década que o nome do Big Soul andou esquecido dos ouvidos do mundo (injustamente, para muitos), ainda que as referências a Solmon Burke por parte de outros músicos tivessem sido constantes ao longo dos anos.

Felizmente foi relembrado em vida já no novo milénio quando entrou para o Rock and Roll Hall of Fame em 2001, o que deu uma nova vida à sua carreira possibilitando o lançamento de "Don't Give Up on Me" em 2002, um álbum com músicas compostas de propósito para grandes artistas como Tom Waits, Bob Dylan ou Van Morrison.

O seu último projecto realmente grande surgiu em 2006 e homenageou uma grande paixão sua, a música Country. Importa ainda referir que este projecto lhe valeu um Grammy nesse mesmo ano.

A sua morte ocorreu a 10 de Outubro de 2010 em Amsterdão (estava a realizar uma tourné por toda a Europa). Teve uma morte natural aos 70 anos de idade (ainda que sofresse de obesidade mórbida).

Foi com nostalgia que vimos Solomon Burke partir, mas ficam os bons trabalhos, os bons temas realizados ao longo de quase 50 anos de carreira e de mais de 35 álbuns originais lançados. A título de curiosidade, Burke deixou também 21 filhos e 90 netos.

Ouça aqui algumas músicas:

Down in the Valley



Cry to Me



Everybody Needs Somebody to Love

CONCERTOS - Bon Jovi

 
Dia: 31.07.2011

Local: Parque da Bela Vista, Lisboa

Preço: 55€

David Fonseca - The 80's

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Xutos & Pontapés vs Ornatos Violeta - Circo de Feras

 
Original - Xutos & Pontapés




Cover - Ornatos Violeta

CONCERTOS - Gogol Bordello


 
Dia: 07.03.2011

Local: Campo Pequeno, Lisboa

Preço: De 23€ a 28€

Ornatos Violeta

   
Quem nunca ouviu falar, pelo menos uma vez, naquela que é para alguns (principalmente os mais jovens) a melhor banda de rock português de sempre? Os Ornatos Violeta deixaram a sua marca nos anos 90, ainda que nos tenham deixado um curto reportório.


A banda formou-se em 1991 com os membros com que se manteve até à separação:

- Manel Cruz (voz)
- Nuno Prata (baixo)
- Peixe (guitarra)
- Kinörm (bateria)
- Elísio Donas (teclado)

Apesar da junção no início dos anos 90, o primeiro álbum só surgiu em 1997. Por este motivo há muitas músicas produzidas pela banda que ficaram guardadas na gaveta (quem sabe, eternamente...).

Surge então o "Cão!", o primeiro trabalho da banda originária do Porto e, para surpresa de muitos, contou até com um dueto com a cantora portuguesa Manuela Azevedo (vocalista dos Clã). As críticas foram as melhores e o trabalho de Manel Cruz foi de tal forma elogiado que desde então legiões de fãs se formaram pelo país (sendo considerado por muitos, o melhor letrista português).

Passados dois anos, os Ornatos Violeta apresentam um novo álbum de originais. "O Monstro precisa de Amigos" é ainda hoje considerado por alguns como o melhor álbum de rock nacional de sempre. Apresentou-se com uma sonoridade muito bem trabalhada, com participações de luxo e com letras praticamente magistrais. A acompanhar tudo isto, junta-se a invulgar voz de Manel Cruz em excelente forma durante a totalidade das músicas.

Com muita pena se viu a separação dos Ornatos em 2002 sem justificação aparente. Ainda hoje se espera um regresso da banda mas, enquanto não regressarem, contentamo-nos com os restantes projectos de Cruz e com a sua natural capacidade para escrever músicas.

Uma pequena nota final de agradecimento... Pelas contagens de visitas realizadas ao blog, percebemos que temos muitas visitas do Brasil. É para mim um prazer tentar mostrar à população brasileira o que há de melhor na música portuguesa.

Ouça aqui algumas músicas:

Ouvi Dizer



Chaga
  


Fica aqui também uma versão da música Ouvi Dizer cantada por Filipe Pinto, vencedor da edição 2009/2010 dos Ídolos em Portugal

Alice In Chains - Check My Brain

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

NOTÍCIA - Arcade Fire ganham melhor álbum do ano

   
The Suburbs (nome do álbum premiado) recebeu principal atenção no Post it! Music por ter sido considerado particularmente bom. É por isso que fazemos aqui referência ao facto da banda canadiana Arcade Fire ter saído dos Grammys 2011 como a vencedora do melhor álbum do ano. 


Queremos ainda fazer referência a artistas como Lady Gaga e Eminem que ganharam (entre outros) os prémios de melhor álbum Pop e melhor álbum Rap, respectivamente.

Leia mais sobre "The Suburbs" aqui.

Sinatra & Jobim - The girl from Ipanema

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

NOTÍCIA - Morreu Gerry Rafferty

 
Morreu o músico escocês Gerry Rafferty aos 63 anos de idade.

Autor de êxitos como "Baker Street", Gerry estava internado há cerca de um mês para lutar contra os problemas de alcoolismo que sempre marcaram a sua vida, destruindo o seu casamento ou, quando criança, sofrendo de violência doméstica em casa.

Mesmo actualmente, "Baker Street" continuava a render 90 mil euros anuais ao artista.

Slash - "Back From Cali" (feat. Myles Kennedy)

domingo, 2 de janeiro de 2011

The Doors vs Pearl Jam - Break on Through

    
Original - Doors




Cover - Pearl Jam

Mais um Ano

   
O primeiro post do Post it! Music após ter sido remodelado data de Abril de 2010, menos de um ano, por enquanto. Ainda assim o passar de um ano é sempre uma boa altura para rever o que ficou para trás, o que mudou neste blog e aquio onde crescemos e mais aprendemos.

Vamos, assim, continuar a postar e a melhorar o Post it! Music, obrigado!

Já agora, os nossos Parabéns à Sandra Pereira, a mais recente vencedora do programa Idolos em Portugal!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal

Gostava de desejar a todos os leitores do Post it! Music um excelente Natal. Independentemente daquilo que esta época representa para vocês, é sempre uma boa desculpa para estarmos com a família, com aqueles de que mais gostamos ou apenas porque ha prendas para dar e receber.
Seja como for, sejam felizes.
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sábado, 11 de dezembro de 2010

Música de Natal - Susan Boyle - Silent Night



Quase todos os dias uma música de Natal diferente.

NOTÍCIA - Da Weasel chegam ao Fim

 
É com pena que se vê acabar uma das bandas portuguesas mais bem sucedidas dos últimos anos. Em actividade desde 1993, os Da Weasel anunciaram esta semana a sua extinção enquanto banda, após 6 álbuns e 2 DVDs lançados.


Leia o comunicado aqui e recorde uma música das mais famosas da banda.

Dialectos da Ternura

Mike + The Mechanics - Over My Shoulder



Peço desculpa por estes dias de inactividade. De novo ao activo!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Um Adeus a um "Beatle" que Morreu há 9 Anos - George Harrison

Airbourne

   
Brevemente, o Post it! Music vai fazer um post maior sobre "No Guts. No Glory", o novo álbum dos Airbourne.


Antes disso, vamos fazer uma pequena descrição da banda. Vejo-os como uns novos AC/DC, pois têm uma sonoridade muito semelhante, desde a composição, passando pelos intrumentos, acabando na voz, tudo parece estar influênciada pelos grandes AC/DC, sem serem, no entanto, uma imitação destes.

Os Airbourne são uma banda australiana formada em 2003 pelos irmãos Joel e Ryan O'Keefee (voz/guitarra e bateria, respectivamente). David Roads e Justin Street são os nomes dos outros dois membros.

Se contarmos com o EP "Ready to Rock", os Airbourne lançaram o seu primeiro trabalho em 2004, apesar do primeiro LP só ter sido lançado em 2007 e dar pelo nome de "Runnin' Wild" (por enquanto, quase tudo o que é conhecido desta banda provem daqui).

Numa opinião pessoal, posso dizer que gosto bastante dos Airbourne, são uma forma de manter vivo o espirito e a sonoridade de grandes bandas de outras décadas, dado que os seus integrantes têm idades compreendidas entre os 19 e os 23 anos.

A título de curiosidade, a banda tem promovido as suas músicas de uma forma muito interessante, pois estão presentes nos mais variados jogos de vídeo, filmes e programas.

Ouça aqui algumas músicas deste grupo australiano:

Diamond in the Rough
  


Bottom Of The Well

Dire Straits - Sultans Of Swing (Alchemy Live)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

BIOGRAFIA - Mão Morta - Parte 2

    
Esta é a 2ª parte do artigo sobre os Mão Morta (leia ou releia a primeira parte aqui).

Chegamos agora a 1992, ano em que a banda se deixa abater, ano em que a banda dá um único concerto em Abril, um concerto pouco emotivo, algo morto.

Mão Morta

Por influência  de Adolfo Luxúria Canibal, os Mão Morta voltam ao estúdio para preparar um novo álbum, este sem a participação de José Pedro Moura que é obrigado a afastar-se por problemas de dependência de heroína, ainda assim o entusiasmo volta e em 1992 é editado o "Mutantes S.21" que é considerado de forma quase automática o melhor álbum do ano.

1993 é talvez o ano mais triunfante, é lançado recentemente o projecto mais célebre dos Mão Morta até à data e a lista de concertos quase não tem fim. "Mutantes S.21" é considerado novamente o melhor álbum do ano e é também o primeiro da banda a ser editado em CD. É então que, em 1994, Carlos Fontes anúncia que vai sair da banda, apesar de dar o tempo necessário a Adolfo Luxúria Canibal para arranjar um substítuto e continuar a actuar enquando fosse preciso.

1994 é também o ano de lanlçamento de "Vénus em Chamas", um CD algo difícil de vender e dos resultados terem ficado algo abaixo do previsto pela editora (BMG). Falando de prémios, em 1195 são nomeados para "grupo nacional do ano" e para "melhor vocalista masculino nacional" (Adolfo Luxúria Canibal) e recebem a "Medalha de Mérito - Grau Prata da Cidade de Braga".

A carreira dos Mão Morta sempre foi marcada por altos e baixos  e 1996 é ,claramente, um ano mau. A carrinha que transportava todos os materiais e instrumentos da banda incendeia-se na ponte 25 de Abril, o que obriga a banda a assinar um contrato de dois álbuns com a editora Norte-Sul (por fornecer instrumentos). Para além disto, o manager da banda, Vitor Silva (que trabalhava com o grupo desde 1996) é afastado por não estar a altura de tão grave acontecimento.

"Há já muito tempo que neste latrina o ar se tornou irrespirável" é o nome de mais um projecto composto por músicas originais, este apresentado em 1998. O álbum não passou de 12º lugar de vendas nacionais, ainda que nesse mesmo ano os Mão Morta tenham enchido por completo o Coliseu dos Recreios num grande e muito elogiado concerto.

Adolfo Luxúria Canibal

Em 2001 é lançado um dos mais famosos ábuns da banda: Primavera de Destroços. É nesta altura que a banda consegue ser cabeça de cartaz de todos os eventos estudantis do país, um marco único. É também neste ano que recebem o mais importante galardão músical português: Prémio de Música Blitz: Carreira. De destacar que o prémio foi recebido por todos os membros e ex-membros do grupo (excepto Zé dos Eclipses por não se encontrar em território nacional), Adolfo Luxúria Canibal ao discursar fez ainda questão de partilhar o prémio com Vitor Silva (passado manager da banda).

Em 2002 foi feita uma reedição de "Primavera de Destroços", o que permitiu aos Mão Morta finalizar o contrato com a "Norte-Sul" e, num projecto entre Miguel Pedro, António Rafae e Luxúria Canibal, forma-se uma editora própria não para edição própria, mas para promover novos artistas portugueses.

Após terem gravado "Nus" (novo álbum), encontrar uma editora não foi tarefa fácil, a EMI e a Universal consideraram o álbum pouco comercial e, consequentemente, pouco vendável. Acabou por ser a "Cobra" a editar "Nus" em 2004, sem qualquer tipo de arrependimento pois foi, de londe, o álbum mais bem sucedido de Mão Morta, superando "Primavera de Destroços". Uma tour extremamente bem sucedida finalizou o lançamento.

Depois 5 anos a trabalharem noutros projectos que não a edição de álbuns originais, aproveitam 2010 para lançar "Pesadelo em Peluche" (review aqui) que entra directamente para o Top 3 de vendas nacionais e ainda para comemorar os 25 anos de carreira.

Ouça aqui mais algumas músicas de Mão Morta:

Tu Disseste



Budapeste

Maroon 5 - Sunday Morning

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

BIOGRAFIA - Mão Morta - Parte 1

    
Quem nunca ouviu falar do célebre Adolfo Luxúria Canibal? Este senhor e a banda Mão Morta são quase como um só e o Post it! Music reservou um espaço para falar deles. Com isto, inauguramos também uma nova secção neste blog, as biografias - artigos sobre artistas ou bandas mais desenvolvidos do que o habitual.

Constituição actual da banda

Em 1985 forma-se uma banda em Braga que dá pelo nome de Mão Morta com Joaquim Pinto, Miguel Pedro e Adolfo Luxúria Canibal. O primeiro concerto acontece no Porto no órfão e, apesar de terem sido bem recebidos, faltou-lhes algo. Falha esta que foi tapada com a entrada de zé dos Eclipses como guitarrista e, por necessidade, Miguel Pedro passou a trabalhar na bateria. Só no fim de 1985 é que os Mão Morta fazem o seu primero cooncerto com os quatro membros presentes.

Foram ganhando fama e sucesso participando em pequenos concursos músicais. Em 1986 os Mão Morta são considerados a melhor banda portuguesa do momento pelo Diário de Notícias e fazem o seu primeiro concerto fora de Portugal (Espanha). 1986 foi um ano agitado para a banda, pois é nesse mesmo ano que Carlos Fortes entra para a equipa como 2º guitarrista. 1987 foi ano marcado por muitos concertos com elevadas audiências e ainda pelos tão merecidos prémios após um período de intenso trabalho.

Em 1988 publicam oficialmente o primeiro álbum de estúdio com nome homónimo à banda e e considerado, quase de imediato, o melhor álbum português do ano.

1989 foi um dos mais marcantes, se não o mais marcante ano do grupo e em particular de Adolfo Luxúria Canibal quando este é levado de urgência para o hospital no fim de um concerto onde corta as coxas com facas em pleno palco com lotação esgotada para assistir a mais um concerto da banda (ainda que este nao tenha sido um dos anos de maior actividade).

Passado este episódio negro, os Mão Morta começam a trabalhar num novo projecto onde Joaquim Pinto, fundador, tem uma presença pouco regular nos ensaios, chegando mesmo a estar uns tempos desaparecido para a banda. Em 1990 é substítuido por José Pedro Moura que se estreia em Aveiro como baixista ofícial da banda. Em Setembro desse mesmo ano é editado o segundo álbum que dá pelo nome de "Corações Felpudos" e é num concerto de apresentação do álbum em Avalade, que aproveitam para mostrar ao público António Rafael como membro oficial (teclas).

Adolfo Luxúria Canibal

 A banda de Adolfo Luxúria Canibal estava a passar por uma fase aúrea e, se por um lado "Corações Felpudos" era considerado o melhor álbum português do ano, por outro no início de 1991 o 3º LP estava pronto. Edição em Julho desse ano. O concerto de apresentação desse 3º álbum, "O.D., Rainha do Rock & Crawl" foi também o último de Zé dos Eclipses que havia sido substítuido por Sapo, também na guitarra.

O grupo voltava em força aos concertos esgotados, o que não acontecia desde 1989 (ainda que sem a mesma intensidade).

Por ser uma banda portuguêsa de grande sucesso e hstória, o Post it! Music decidiu postar este artigo em duas partes. Esta é, portanto, a primeira parte e a segunda será postada brevemente.

Entretanto, ouça aqui algumas músicas de Mão Morta:

Cão da Morte



Arrastando o seu Cadáver

Um grande cantor - Morreu a 24 de Novembro de 1991 - 19 Anos

Gorillaz - "Crystalised" (The xx Cover)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Foals - Total Life Forever

    
Foals é o nome de uma banda inglesa formada em 2007 e com o primeiro LP lançado em 2008: Antidote.

Chega agora a altura de falarmos sobre o mais recente trabalho, Total Life Forever. Fiel ao seu estilo Indie mas sem esconder influências Pop, Techno e Minimalist, Total Life Forever brinda-nos com 11 músicas, quase todas com uma duração acima de 4 minutos, apesar de "Fugue" com 0:47 minutos.


Antes de uma review mais detalhada, fica aqui a lista de faixas do álbum e uma avaliação global:

1º- Blue Blodd
2º- Miami
3º- Total Life Forever
4º- Black Gold
5º- Spanish Sahara
6º- This Orient
7º- Fugue
8º- After Glow
9º- Alabaster
10º- 2 Trees
11º- What Remains

Avaliação Global: 2,75

Começo por ouvir Blue Blood, a primeira faixa e não fiquei positivamente surpreendido, pois não fiquei, é uma faixa expectável deste tipo de bandas, algo a roçar o banal. Quando passou para Miami as minhas esperanças aumentaram, é uma música muito mais original que a anterior, não excelente, mas indiscutivelmente mais inspirada. Total Life Forever é o primeiro single do ábum com nome homónimo e é, por isso, marcada por um instrumental mais comercial que as anteriores. Dei a mesma nota a esta música e a Miami ainda que com algumas incertezas, Miami é mais agradável de ouvir.

"Pronto, voltámos ao mesmo" - Black Gold não é nada de especial, baixam um pouco as expectativas e chegamos, finalmente, ao segundo e por enquanto último single (Spanish Sahara), música feita para "agradar a gregos e tróianos". Agora um opinião talvez mais pessoal, mas não gostei de "This Orient", chegando mesmo a interrogar-me sobre o que faria ali aquela música... Já suspeitava e depois de ouvir tudo se confirmou, "The Fugue" não é mais do que uma pausa, uma quebra num ábum que, até ver, não estava a ser extraordinário - uma pausa de fraca quaidade, diga-se de passagem.

Quando comecei a ouvir "After Glow" fui confirmar se era mesmo aquela música que estava a ouvir, porque metade da faixa é tão morta e pouco inspirada quanto "The Fugue", ainda que a segunda metade da mesma ganhe ritmo, energia e inspiração.

Depois de ouvir "Alabaster" e "2 Trees" fiquei convencido de que o álbum tinha morrido algumas músicas atrás, em "Spanish Sahara", ainda que o trabalho de bateria de What Remains não esteja mau.

Conclusão: Nada de bom. As primeiras músicas ouvem-se com alguma contade mas "The Fugue" anúncia um trágico fim a Total Life Forever. A partir daqui não há nada que valha realmente a pena. Apesar de não ter achado extraordinário também, gostei mais do "Antidote" (primeiro álbum dos Foals).

Ouça aqui algumas músicas:

Miami



Total Life Forever



Spanish Sahara


Dire Straits - Money For Nothing

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mão Morta - Pesadelo em Peluche

    
Mão Morta é o nome de uma banda de rock português (um rock peculiar, no mínimo) fundada em Braga em 1985. Este ano celébra 25 anos com o lançamento de um novo álbum chamado "Pesadelo em Peluche". Brevemente farei um post sobre a história da banda, mas para já vou falar um pouco deste novo projecto.

Quem conhece Mão Morta sabe perfeitamente quão macabras são as letras de músicas como "Arrastando o seu Cadáver" ou mesmo o clássico "Cão da Morte". Ao fim de duas décadas e meia a trabalhar, Adolfo Luxúria Canibal resolveu enverdar por letras menos dolorosas, músicas menos violentas e ritmos claramente mais comerciais.


Fica aqui a lista das músicas que fazem parte do álbum e a avaliação do mesmo:

1º- Novelos de Paixão
2º- Teorias da Conspiração
3º- Paisagens Mentais
4º- Biblioteca Espectral
5º- Tardes de Inverno
6º- Como um Vampiro
7º- Penitentes Sofredores
8º- O Seio Esquerdo de R.P.
9º- Fazer de Morto
10º- Metalcarne
11º- Estância Balnear
12º- Tiago Capitão

Avaliação Global: 4

Olhando para as faixas deste CD há dois pontos que saltam imediatamente à vista: Os nomes, muito menos agressivos e menos macabros. O segundo ponto  tem a ver com a duração das faixas (não visível aqui): "Tardes de Inverno" e "Estância Balnear" têm 2:25 e 2:19 respectivamente, já "O Seio Esquerdo de R.P." e "Tiago Capitão" contam com 6:07 e 8:08 minutos.

Ouvi a primeira música e fiquei bastante surpreendido, um estilo muito mais melódico, comercial, leve e mesmo mais alegre do que o habitual, é a música que mais gosto do "Pesadelo em Peluche". "Teoria da Conspiração" perde um pouco e até chegarmos a "Como um Vampiro" não há nenhuma música espectacular, nem nada parecido. A partir daqui o álbum torna-se mais interessante e quero deixar um particular elogio para "Estância Balnear" que tem algumas semelhanças (ainda que tímidas) com "Novelos de Paixão".

Para finalizar, "Tiago Capitão" adopta um estilo progressivo particularmente agradável de ouvir.

Conclusão: Um álbum novo que parece marcar uma nova era numa banda que, durante 25 anos esteve "mergulhada" numa escuridão enorme. Veio ao de cima e mostrou-se mais forte, bom trabalho!

Ouça aqui algumas músicas do "Pesadelo em Peluche":

Novelos de Paixão



Estância Balnear



Tiago Capitão

R.E.M. Losing My Religion

domingo, 21 de novembro de 2010

Bon Jovi - Keep The Faith

Clã

    
Continuando a escrever sobre música portuguesa, está na atura de falarmos um pouco sobre os Clã. Banda portuguesa originária do Porto formada em 1992. Banda muito característica quer pela sonoridade produzida, quer pela inconfundível voz de Manuela Azevedo (vocalista).


 Após se formarem, os Clã estiveram em ensaios e preparações durante mais de um ano e so em 1994 começaram a fazer pequenas apresentações ao vivo para em 1995 assinarem o primeiro contrato discográfico, lançando o seu disco de estreia em 1996: LusoQUALQUERcoisa - álbum de sucesso mediano ainda quando a banda dava os primeiros passos na sua carreira.

Em 1997, no espaço de três semanas gravam o novo álbum: Kazoo, um dos mais bem sucedidos da banda com êxitos nacionais como "Problema de Expressão" ou covers como "I'm Free" - originalmente intrepertado pelos Rolling Stones.

O álbum Lustro (2000) trouxe à banda um novo estatuto como uma das referências nacionais. Lustro tem músicas como "Dançar na Corda Bamba" ou a inesquecível "Sopro do Coração" para além de participações de artistas como Sérgio Godinho ou mesmo Manuel Cruz (Ornatos Violeta).

De salientar o primeiro concerto em nome próprio da banda: realizou-se na Aula Magna e contou com a participação de artistas como Manuel Cruz, Nuno Rafael, Maria João & Mário Laginha e Adolfo Luxúria Canibal (dos Mão Morta).

Em 2004 chega o disco "Rosa Carne", trabaho de qualidade mas que nunca conseguiu o sucesso dos seus dois antecessores e em 2007 lançam "Cintura" depois de algum tempo desaparecidos. O primeiro single de "Cintura" chama-se "Tira a Teima" (poderá ouvir aqui).


Integrantes:

Fernando Gonçalves
Hélder Gonçalves
Manuela Azevedo
Miguel Ferreira
Pedro Biscaia
Pedro Rito


Prémios e Nomeações:

- Prémios Blitz 96: Banda Revelação
- Prémios Blitz 97: Melhor Banda, Melhor Canção (Problema de Expressão), Melhor Voz Feminina
- Prémios Blitz 2000: Melhor Voz Feminina, Melhor Banda e Melhor Álbum (Lustro).
- Globo de Ouro 2001: Melhor Música (Sopro do Coração)


Ouça alguns do maiores singles e sucessos desta banda portuguesa de qualidade:

Problema de expressão



Sopro do Coração



Tira a Teima

sábado, 20 de novembro de 2010

NOTÍCIA - Líder dos Wavves Preso na Alemanha

   
Nathan Williams foi preso por ter sido apanhado com drogas leves no seu carro. Pôde saír em liberdade após ter pago uma fiança de 200 dólares.


Num ato de rebeldia, Nathan terá dito na sua página do Twitter que tinha seis sacos de erva no carro e que felizmente a polícia só encontrou um. Acrescentou ainda que os 200 dólares não eram problema e que ia, por isso, "pedrar-se" novamente.

Jorge Palma (Coliseu 2007) - Frágil

Solomon Burke

    
Tal como prometido aquando da notícia da sua morte, chegou agora a altura de escrever um pouco sobre Solomon Burke.


Burke nasceu a 21 de Março de 1940 na Filadélfia e há quem o trate por "The King of Rock 'N Soul" e foi um conhecido cantor de Soul, Gospel e mesmo Rock.

Cresceu numa família modesta e muito católica e começou a sua vida profissional num programa de uma rádio de música Gospel. O auge da sua carreira foi atingido nos anos 60, altura em que lançou uma rande quantidade de singles. Teve desde então uma batalha na música brilhante e é reconhecido por ter introduzido a música Gospel em estilos mais populares como Soul ou mesmo Rock.

Muitas das suas músicas já foram interpretadas por grandes artistas e bandas como Otis Redding e Roling Stones. Tem uma vastíssima discografia que inclui 25 álbuns de originais e ao vivo (excluindo colectâneas) e entrou para o Rock & Roll Hall of Fame em 2001, onde só os melhores figuram.

Com o passar dos anos, Solomon Burke tornou-se cada vez mais gordo e, a partir de certa altua, os seus concertos passaram a ser dados sentado numa poltrona, uma limitação que passou a marca típica.

Tal como anunciado recentemente, a sua morte aconteceu no dia 10/10/10 no aeroporto de Amsterdão.
Apesar de sofrer de obesidade mórbida considerou-se que morreu de forma natural.

Outro dado cursioso: Burke deixou, antes de partir, 21 filhos, 90 netos e 21 bisnetos.

Ouça aqui alguns dos seus maiores exitos:

Everybody Needs Somebody To Love



Cry to Me



I Can't Stop Loving You

Sade - Is It A Crime (Live from San Diego)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mariza

    
Com uma fama cada vez maior e cada vez mais internacionalizada, aquela que é considerada por muitos como a melhor fadista do Mundo, merece, sem qualquer dúvida, um lugar especial no Post it! Music.


Nasceu a 16 de Dezembro de 1973 em Moçambique. Filha de pai português e mãe moçambicana, Mariza esteve perto de não sobreviver após um parto algo complicado aos 6 meses e meio de gestação. Veio para Portugal com apenas 3 anos e, em 1979, a sua mãe abriu um restaurante chamado Zalala na Mouraria, Lisboa. Por este restaurante passaram fadistas de referência, fadistas que levaram Mariza a fazer a sua primeira atuação em público com apenas 7 anos de idade. Segundo a artista, o seu gosto pelo fado surgiu muito nova por influência do pai que ouvia frequentemente este estilo.

Só durante a adolescência começou a ser levada a sério como cantora e antes de se dedicar inteira e profissionalmente ao fado, abordou estilos mais comuns e apreciados pelos mais jovens naquela época como Pop, Soul e Jazz.

Começou a cantar frequentemente no Sr. Vinho (conhecida casa de fados de Lisboa) e no Café Café de Herman José.

Vários anos se passaram até Mariza lançar o seu primeiro álbum e viver um efeito de internacionalização como o que hoje lhe está associado (2001). Fez a sua primeira digressão em 2002 e, a partir daí, o sucesso da fadista tem aumentado exponencialmente. Convém também referir que o seu primeiro DVD foi editado em 2004 e corresponde a um concerto em Londres.

O seu último trabalho data de 2008 (Terra) e tem sido um sucesso um pouco por todo o Mundo. Lançou 5 álbuns, 2 DVDs, um documentário, 8 colaborações (incluindo A Thousand Years com Sting) e foi vencedora ou nomeada para mais de 25 grandes prémios internacionais.

Por fim, e como curiosidade, Mariza foi a primeira artista portuguesa a ser entrevistada no famosíssimo programa Late Night with David Letterman.

Ouça aqui algumas músicas cantadas por Mariza:

Ó Gente da Minha Terra




Barco Negro




Já agora, para quem diz que a Mariza tem uma veia rock, fica também uma interpretação da música Come As You Are - Nirvana (peço descupa pelas falhas de som):




Nota Pessoal: Não sou grande fã de fado nem tão pouco da Mariza, no entanto quero deixar um grande obrigado e aproveitar para salientar a importância desta grande cantora na música portuguesa.

AC/DC - You Shook Me All Night Long

  

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Alice Cooper - Poison

 
Apresento uma novidade para o blog. Músicas soltas!

Ou porque estão na moda, ou porque são clássicos da música, ou porque passo o dia a pensar nelas, há aquelas músicas que apetece partilhar, sem motivo, sem grandes descrições. Está também disponível um novo tópico nos "Temas" chamado Músicas Soltas. Convém acrescentar que todos os dias será acrescentada uma nova música para esta lista.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

We Are Scientists - Barbara

   
Para quem nunca ouviu falar dos We Are Scientists há um aviso a fazer: Não são britânicos.

Com uma sonoridade parecida a Bloc Party, estamos a lidar com uma banda californiana formada em 2000 pelos músicos Keith Murray (guitarra e voz), Chris Cain (baixo) e Michael Tapper (bateria).

Lançaram 3 EPs e só em 2006 se conseguiram mostrar ao mundo com With Love and Squalor. Em 2008 apresentaram o seu 2º álbum de originais chamado Brain Thrust Mastery e, dois anos depois, chegam com o mais recente trabalho: Barbara.


Para quem ouvir Barbara antes de qualquer outro álbum da banda vai ficar com a sensação de que está a ouvir um álbum de estreia, um álbum que tentou ser um Silent Alarm mas falhou (primeiro álbum de Bloc Party).
  
Pareceu-me, depois de o ouvir uma vez, um álbum de principiantes, num estilo mais amador e menos trabalho que o habitual para o comum Indie numa vertente pós-punk. Não quero com isto dizer que estamos na presença de um álbum fraco, nada disso... Apenas não está ao nível das melhores revelações nesta área.

Talvez valha a pena ouvir os dois primeiros álbuns para perceber que estão uns furos acima de Barbara.

Veja aqui a lista de músicas e respetiva avaliação realizada pelo Post it! Music:

1º- Rules Don't Stop
2º- I Don't Bite 
3º- Nice Guys
4º- Jack & Ginger
5º- Pittsburgh
6º- Ambition
7º- Break it Up
8º- Foreign Kicks
9º- You Should Learn
10º- Central AC

Avaliação Global: 3,25

Curiosamente, Barbara é o mais pequeno dos 3 álbuns, contando com apenas 10 músicas.

Quando comecei a ouvir esta sequência, Rules Don't Stop deixou-me completamente indiferente, não é uma música que fique na cabeça, não impressiona em nada, apesar de não ter deitado por terra as minhas (secretas) esperanças em relação ao que vinha a seguir. Foi então que, ao passar para I Don't Bite, o meu primeiro pensamento foi: "Esta música ficava mesmo bem no Brain Thrust Mastery", um bom pensamento. Após Nice Guys, a forma como Barbara perde ritmo, intensidade e interesse é mais que evidente.

Ao chegar a You Should Learn pensei que não havia mais nada de importante para ouvir. Estava desiludido e a pensar que podiam ter feito melhor, ainda assim já tinha ouvido pior. Central AC põe fim ao álbum com uma energia e ritmo que não ouvia desde Nice Guys. We Are Scientists estão vivos, pensei.

Ouça aqui as 3 músicas com melhor classificação:

I Don't Bite



Nice Guys



Central AC



Download de Barbara aqui.

Esta mensagem foi escrita utilizando o novo acordo ortográfico.

Aphaville

 
Quem nunca ouviu falar dos Alphaville? Banda forte dos anos 80, dedicou-se particularmente ao estilo pop/new wave, aparentemente pouco condizente com as suas origens, alemãs.


Banda formada por 3 músicos:
- Maria Gold
- Bernhard Lloyd
- Frank Mertens

Curiosamente, aquando do lançamento do seu primeiro álbum em 1984 (Forever Young) a banda tinha nome homónimo a este trabalho e só posteriormente adotou o nome atual Alphaville.

Apesar da já grande lista de álbuns e singles lançados, as duas músicas mais conhecidas foram lançadas no primeiro álbum de 1984 e chamam-se Big in Japan e Forever Young.

Infelizmente, hoje em dia os Alphaville vivem muito da fama atingida no passado e das suas duas músicas que, para além de "nunca envelhecerem", estão constantemente a ser alteradas e relançadas por outros artistas.

Com um total de mais de 6 milhões de discos vendidos, a banda alemã esteve em Portugal duas vezes e nenhuma delas coincidiu com uma fase forte da sua carreira. A primeira foi em 1998 no evento Expo 98 e a segunda em Março deste ano no Campo Pequeno.

Ouça aqui os dois temas que imortalizaram este grupo bem como versões mais recentes desses êxitos dos anos 80. 

Forever Young - Alphaville



Forever Young - Jay Z



Big in Japan - Alphaville



Big in Japan - Guano Apes



Download do Best Of aqui.

Esta mensagem foi escrita utilizando o novo acordo ortográfico.  

domingo, 10 de outubro de 2010

NOTÍCIA - Morreu Solomon Burke

  
Morreu hoje (10/10/10) o monstro da música Solomon Burke, um verdadeiro peso pesado da Soul.

A sua morte ocorreu no aeroporto de Schipol na capital holandesa, local onde iria atuar terça-feira.

Soloman atuou a 29 de julho em Cascais acompanhado por Joss Stone. Fica desde já prometido um artigo para breve sobre este grande senhor aqui no Post it! Music. Por agora, veja uma atuação daquela que é, provavelmente, a sua música mais conhecida.

Everybody Needs Somebody to Love

 

Esta mensagem foi escrita utilizando o novo acordo ortográfico.